terça-feira, 13 de setembro de 2011

- Soneto do passado


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Ouvi falarem de sonhos, 
de flores.. Acordei.

Senti o gosto do futuro,
esquecendo o passado,
e então me vi acordada.

Pensei no passado já distante,
e só lá me vi como ser humana
Hoje me vejo como maquina.

Notei a falta do meu alguém aqui,
  nunca então consegui me encontrar.

A menos que o copo de aguardente dure eternamente.


Por. Elienay R.

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